5.17.2010

And we're back!!!!

E eis que em uma dessas noites tediosas de insônia, resolvi entrar no neste abandonado blog... deu saudade... saudade de ter um espaço para escrever umas bobagens mal escritas, comentar alguns absurdos que vejo por aí... entre outras tantas coisas.

Aí veio a questão do tempo. Será que desta vez teremos tempo de postar aqui? E mais, será que eu terei paciência para isso, já que só posso postar de noite? Não tem jeito de saber que não seja tentando.

Depois de levantar todas as questões possíveis por uma pessoa neurótica além da conta, resolvi falar com a pessoa mais parceira de todas: R.:

Lika diz:

Bom dia meu amor!!!!

R. diz:

awwwnnn minha lindaa

bom dia!!!


Lika diz:

td bom???


R. diz:

tudo! e vc?


Lika diz:

td bem tb!!!!!

ontem entrei no abandonada prosa de cozinha


rsrsrs

deu vontade de voltar a escrever... rssrs


R. diz:

awwwnn

vamos voltar???


Lika diz:

suuuper vamos!!!!!!!!!

mas fikei pensando q podemos diversificar os textos... comentar mais noícias do dia a dia tb... tipo uma verdadeira prosa de cozinha... o q acha???


R. diz:

eu acho perfeito!!!

e vamos mudar tudo, se vc quiser

até os nomes...rs


Lika diz:

ebaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa

to suuuuuuuuuuuuper dentro!!!!!


R. diz:

tá!!!, vou fazer assim

vou mandar convite pra vc e pra mim, e a gente assina com os nossos nomes mesmos, oq vc acha?

e matamos as personagens

Lika diz:

perfeito!!!!!!

vamos matar glorinha, amélia e emília!!!!!!!

huahuahauhauhauhua

por mim a gente só mantém o nome!!!


R. diz:

perfeito!!!


Likadiz:

eba eba eba!!!!!!


E foi assim que decidimos retomar isso aqui, para quem sabe dessa vez fazer funcionar!!!!! E já que isso aqui é uma prosa de cozinha, entre, comente, dê sugestões enquanto nós passamos um café!!!

Um beijo grande

5.29.2008

Já não sei de mais nada.

Eu tenho um casamento feliz.
Sorte?Não,não acho que seja sorte.
Foi mesmo o encontro de duas pessoas dispostas a serem felizes juntas("Fundamental é mesmo o Amor, É impossível ser feliz sozinho"),dispostas a dividirem o bem e o mal,dispostas a brigarem e se amarem, dispostas a se respeitarem,acima de tudo.

Eu fico triste quando vejo amigas minhas sofrendo por não encontrarem pessoas dispostas.Fico triste em vê-las serem deixadas por homens que não estão em busca de um relacionamento onde a outra parte, a mulher, é uma pessoa que pode ser detentora de todos os seus segredos, ser aquela que sabe o que você está pensando só de olhar nos seus olhos.

A cumplicidade gera medo.É o calcanhar de aquiles de muitas relações.É o que faz muitos homens saírem correndo,desesperados,em busca de uma mulher cega, que não o enxergue profundamente.

Não se busca mais a intensidade, a relação dom trocas intermináveis.
Acomodam-se enfim,apenas na margem do rio,pq o desconhecido, o fundo do lago, gera medo demais.

4.05.2008

Sobre as notícias.

Fiquei horas sentada em frente ao computador tentando expressar minha opinião sobre o caso da pequena Isabella e por fim, decidi deixar aqui o texto de outra pessoa,mas que expressa exatamente o que penso:

"É difícil escrever sobre uma tragédia sem ser acusado de insensibilidade com a dor alheia. Talvez a saída mais segura seja falar da nossa própria.

No dia 2 de julho de 1990 meu primeiro filho, Pedro, caiu do oitavo andar do prédio onde morávamos, em Botafogo.

Desci de escada achando que seria mais veloz do que o elevador, talvez do que a própria queda. Encontrei-o já morto, e não precisava ser médico para constatar. Os ferimentos eram brutais.

Voltei com ele de elevador, mas ainda com pressa, agora de dizer à mãe dele que não podíamos fazer mais nada.

Antes que pudéssemos entender o que fazer da nossa própria vida, já tínhamos uma certeza: não podíamos sair de casa. Estávamos presos lá, com dois policiais militares armados na porta do apartamento.

Antes de poder enterrar meu filho, tive que contratar um advogado. Recebi-o no quarto de empregada, para poupar a mãe do Pedro, minha ex-mulher, daquela conversa surrealista.

Embora vivêssemos em harmonia e fôssemos particularmente tranqüilos, o advogado vinha relatar depoimentos comprometedores do síndico e de vizinhos à polícia. Eles diziam ter ouvido ruídos altos de portas batendo, discussões febris, gritaria.

Foi longo o tempo até encerrar esse processo insano e provar que os vizinhos tinham delirado. Mas foi muito rápido, instantâneo, o castigo imposto pelos homens da lei, de mãos dadas com os vizinhos diligentes: ser tratado como suspeito da morte do próprio filho.

Quando a Polícia Militar nos permitiu deixar o apartamento, no qual nunca mais voltaríamos a morar, tivemos que deitar no chão do carro, para evitar a multidão de repórteres, fotógrafos e cinegrafistas.

Escapamos de passar pelo que passou a mãe de Isabella Nardoni, quase jogada no chão pela sanha da imprensa. Uma mãe de quem a vida acabara de arrancar uma filha, que portanto mal se punha de pé por si mesma… Bem, colegas, morram de vergonha.

No Espírito Santo, há outro pai preso pela morte da filha que caiu da janela. São todas situações sobre as quais é preciso encontrar a verdade. Se os pais forem desgraçadamente culpados, precisam ser exemplarmente punidos.

Nada disso dá direito à sociedade de invadir a vida de uma família com a sua curiosidade mórbida e a sua estupidez.

Se não é possível à coletividade imaginar na sua própria pele o ardor da tragédia, já seria um belo avanço civilizatório se ela entendesse, de uma vez por todas, que a vida (dos outros) não é um Big Brother."

A VIDA DOS OUTROS

Fonte: Epoca, http://www.guilhermefiuza.com.br/?p=20

É isso.
Fica aqui registrado o meu pesar pela pequena,pela mãe,pelo pai e madrasta (sendo eles culpados ou não)e principalmente pela sociedade maniqueísta que faz da vida um Big Brother,escolhendo mocinhos e bandidos,colocando pessoas no "paredão" sem ao menos se defenderem.
Minha sábia avó sempre me disse que quando você aponta um dedo,outros três apontam para você.

2.18.2008

A vida é feita de pequenos momentos "eternos"...

Por algum tempo achei que já não tivesse solução, nem esperança. Que ingênua!!! Quando a gente menos espera a vida dá uma volta gigante e nos coloca no lugar certo, na hora certa com as pessoas certas!

Estou me sentindo muito feliz! Sabe aquele dia em que você acorda e tudo está como sempre, mas você está diferente e vê tudo sob outra perspectiva? Pois então meus queridos, Glórinha acordou assim hoje. Algo me fez muito bem neste fim de semana. Não sei dizer o que foi, sei que é ótimo!

Estou me sentindo LIVRE!!!! E isso é ótimo, pois há alguma semanas estava sentindo-me acorrentada a um sentimento pessimista que estava deixando tudo feio e sem graça. Não sei por quanto tempo vou continuar assim, mas que esse sentimento de liberdade/ felicidade seja eterno enquanto dure!!!

Emília, Amélia, onde estão vocês meus amores? Compartilhem disso que sinto!!!!

Um beijo a todos e uma semana espetacular!!!

Glória

2.07.2008

Tudo aquilo que deveria ter dito...

Devia ter dito que te amo. Devia dizer que sinto sua falta. Devia dizer que sua ausência machuca. Devia ter dito que você me deixa brava quando some. Deveria ter dito que adoro te olhar e te fazer carinho enquanto você dorme. Devia ter dito que você não sai da minha cabeça. Devia ter dito que odeio quando você me ignora. Devia ter dito que adoro quando você olha nos meus olhos. Devia dizer que odeio quando você some e não dá notícias. Devia dizer que amo o jeito que você ouve minhas histórias, problemas e dúvidas. E amo o jeito que você me aconselha. Deveria dizer que toda vez que te vejo me dá frio na barriga. Devia dizer que adoro nossas conversas. Devia dizer que amo ser sua amiga, mas preferia ser sua mulher. Devia dizer que ignoro todas as críticas e te procuro sempre. Devia te dizer tanta coisa... mas não era hora ainda. Quem sabe um dia!

Sim... Glória um pouco melosa hoje...

Um beijo meus amores!!!!

1.29.2008

A expectativa daquilo que não chega...

Ando na expectativa, ansiosa, com frio na barriga. Nunca gostei de incertezas. Aliás, estava na expectativa de colocar este texto “no papel” há mais de uma semana. De certa forma, a falta de tempo foi ótima para que eu pensasse muito na Senhora Expectativa.
Passamos a vida inteira com expectativas ao nosso redor. Começa antes da gente nascer, a expectativa de nossos pais. Depois vem o ciclo natural da expectativa, pelo primeiro dente, primeiro riso, primeiro passo... todas as expectativas da infância, o 1º dia de aula, as notas das provas, expectativa das férias...

E chega a adolescência! Quanta expectativa!!!!!! O 1º beijo, 1º namorado, 1º menstruação, 1º vez...vestibular, 1º estágio, 1º emprego.

E vem a vida adulta. Expectativas, expectativas e mais expectativas. Sei que o texto está meio clichê, mas ando com tantas borboletas no estômago devido a tantas expectativas que precisava escrever, por mais clichê que fosse.

Hoje fico na expectativa de conseguir minha casa, de conseguir um emprego melhor, na expectativa do fim de semana. A expectativa de que o telefone toque, que chegue aquele e-mail que eu tanto espero. A expectativa de viver tudo aquilo que eu tenho sonhado para mim. Piegas, eu sei!

Mas a expectativa é piegas mesmo! Se eu pudesse passaria um dia sem expectativa alguma, para quem sabe, ser surpreendida.


Termino por aqui. Na expectativa que vocês não odeiem este texto e nem achem a mesma cafonice que eu acho dele!

Um grande beijo,

Glórinha

1.25.2008

Sobre o amor que nunca tive.

Me diga, como é viver com um pai em casa?
Como é acordar com sua voz bebendo café, ouvir seu bom-dia atrasado ao serviço? Como é ter um pai entrando no quarto secretamente, para ver se finalmente dormi? Um pai que confere a extensão das cobertas e se as janelas estão fechadas? Um pai que coloca remédio de mosquito e esfrega a manga morna do pijama em minha testa? Como é ter um pai que me acompanha na consulta ao médico? Um pai que assina o boletim? Como é ter um pai perseguindo baratas pela tranqüilidade doméstica? Como é brincar com um pai: aprender a dobradura de papel de chapéu e barcos? Como é ter um pai para perguntar que horas ele voltou do trabalho? Como é empurrar um pai pelos barulhos estranhos no quintal? Como é ter um pai angustiado com a demora da mãe, e que me dá banho, me oferece janta e esconde sua preocupação? Como é ter um pai para segurar as lâmpadas enquanto ele sobe na escada? Como é ter um pai para se escorar enquanto ensaio a primeira seqüência de passos? Como é andar de bicicleta com um pai? Observar atrás se ele me segue? Como é escutar o ronco terrível do pai e se sentir protegido? Como é ter um pai para reclamar docilmente da mãe, dizer que ela não me entende? Como é ter um pai que não me entende? Como é ter um pai para freqüentar a casa dos avós no final de semana? Como é ter um pai para xingar e logo após reaver a gentileza do abraço? Um pai que estará no seu trabalho, num lugar certo, a facilitar minha desculpa? Como é ter um pai para responder com confiança aos seus conhecidos como está meu pai? Um pai para me levar aos jogos de futebol e ocupar o trajeto de volta comentando o resultado? Como é ter um pai para receber presentes de aniversário, e me ajudar a retirar o papel bonito sem estragar? Como é ter um pai para sanar as dúvidas das aulas, as operações difíceis, as curiosidades sobre planetas, estrelas e bichos? Como é ter um pai mais rápido do que o dicionário e que conta o que significa tal palavra? Como é ter um pai com passado?
Como é ter um pai chateado, endividado, alinhando contas do que não podemos mais gastar? Como é ter um pai com emprego novo, que não pára de falar das novidades na janta? Como é ter um pai para pedir o carro emprestado? Um pai para inventar uma mentira e dormir fora de casa? Como é ter um pai aguardando na saída da escola? Como é ter um pai preocupado, confessando que perdeu o sono quando na verdade o esperava na madrugada? Como é ter um pai para me convencer que as dores passam, que amanhã estarei bom, que eu tive coragem? Como é ter um pai a me orientar - de um modo patético - sobre transar com segurança? Como é ter um pai beijando a mãe, sussurando qualquer coisa que a faça rir, e eu me escondendo para que não me vejam? Como é ter um pai para sair ao cinema, e escorrer pipocas pelas suas mãos? Como é ter um pai para sentir saudade devagarinho, de um dia para outro ou por algumas horas? Como é ter um pai para xingar os chinelos no corredor e os tropeços na noite e na vida? Como é ter um pai preocupado em fotografar a família nas férias? Como é ter um pai festejando uma conquista com jantar no restaurante predileto e só entender sua alegria? Como é ter um pai histérico, procurando seus óculos, seus livros e canetas perdidas? Como é ter um pai alegando que estava nervoso depois de uma grosseria e compreender que é o máximo que ele se aproximará de um perdão? Como é suportar um pai cantando suas músicas antigas? Como é ter um pai a me socorrer e convencer a mãe a gostar de minha namorada? Como é sentar no sofá com um pai e assistir um filme reprisado e comentar: “esse eu já vi”: e continuar assistindo a amizade de sentar ao lado dele? Como é ter um pai para ser parecido com ele? Como é ter um pai vibrando com minha aprovação no vestibular, pregando faixas na frente da residência?
Como é ter um pai para procurá-lo nas centenas de poltronas da formatura? Como é ter um pai que explica que “as coisas eram diferentes no seu tempo”? Como é ter um pai que não descobriu que envelheceu porque empresto meus olhos da infância? Como é ser espetado no rosto pela barba do pai? Faz coceira, arranha? Sempre quis saber...

E agora eu sei, não por ter tido um pai,mas por ter ao meu lado um marido que é para meus filhos o pai que sempre sonhei.

"Nossos filhos são a nossa segunda grande chance de termos uma incrível relação de pai e filho"

1.24.2008

Nada Fashion

E as bolsas do mundo inteiro continuam a cair... algumas ameaçam parar...

Se minha bolsa fica caída mais de 15 minutos em qualquer lugar de São Paulo, nunca mais eu encontro... e olha que nem é uma Fendi...

Ei, alguém aí manda o reizinho americado de volta pra coleira, que ele tá mordendo o tornozelo de todo mundo!!! Chega, né...

1.15.2008

Ainda sobre o respeito

Amélia querida,
concordo 100% com você em relação a teoria do espelho e a frase “ Seja a mudança que você quer ver no mundo”. Hoje, infelizmente, o que mais vejo é a ausência de respeito nas relações humanas, sejam elas, entre pais e filhos, amantes, amigos, colegas, enfim, está faltando muito respeito no mundo.
E todo mundo reclama, mas todos esquecem que as pessoas só fazem conosco aquilo que permitimos que elas façam. Sei que isso é clichê, mas é fato. Eu mesma, vejo isso em minha vida. As vezes ouço ou faço reclamações sobre determinadas coisas/ situações, e fato é que fui eu quem me coloquei em tais situações, portanto, não adianta chorar, brigar e colocar a culpa na forma como os outros te tratam.
Resumindo, olhe para seu umbigo. Se algo te incomoda, a probabilidade de você mesmo ser culpado por isso é grande. Então, mude!!!! Evolua!

Um beijo carinhoso,

Glória

1.11.2008

Sobre o respeito.

É engraçado pensar que exista por aí tanta gente parecida.
Na qualidade de indivíduo único e imutável acabamos sendo tão iguais.E acho isso uma das grandes magias da vida.
Aprendi nas minhas buscas espirituais a respeitar as diferenças e por fim percebi que as igualdades também precisam ser respeitadas porque às vezes julgamos nos outros justamente aquilo que somos.É a tal da teoria do espelho,onde repudiamos nossos próprios defeitos em outrém.
Conclusão:minha não-tão-vasta lista de personas non gratas me fez ver o que na verdade eu estava precisando mudar em mim.


"Seja você a mudança que você quer ver no mundo".